Situado dentro da área da morfologia derivacional, o presente trabalho pretende analisar, a partir de uma perspetiva românica, como é que os processos morfológicos influenciam as relações semânticas, criando pares opositivos a partir de palavras independentes e palavras delas derivadas com os prefixos provenientes das preposições latinas sub e supra/super em Português e em Romeno. A análise circunscreve-se ao modelo generativo, em sincronia, associativo e estratificado de Danielle Corbin, que pressupõe uma permanente interdependência entre a forma e o conteúdo das palavras derivadas.
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