O presente artigo busca realizar ponderações acerca do Movimento de Reconceituação do Serviço Social na América Latina, trazendo à baila, após contextualização acerca deste movimento e suas principais características, a experiência brasileira que o expressou, qual seja, o projeto da ESS/UCMG e aquelas apontadas como suas interlocutoras, quais sejam, a experiência das universidades católicas chilenas. Evita-se uma visão endógena, buscando tratar o serviço social no conjunto das relações sociais de produção e reprodução da vida social e resgatar a importância do olhar para a história a fim de iluminarmos o presente, identificarmos tendências e construirmos estratégias de resistência na defesa do projeto ético-político profissional em consonância com as lutas da classe trabalhadora. A Reconceituação expressa nas duas experiências tratadas, apresenta avanços e contradições e o legado que deixou em cada país também está relacionado com as relações nacionais e com a própria ordem burguesa ao longo das últimas décadas.
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