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A ofensiva do capital e a necessária defesa da saúde pública e estatal

    1. [1] Universidade Federal de Alagoas

      Universidade Federal de Alagoas

      Brasil

  • Localización: Temporalis, ISSN-e 2238-1856, Vol. 22, Nº. 43, 2022 (Ejemplar dedicado a: Luta de classes no Brasil e a ofensiva burguesa em tempos de golpes na América Latina), págs. 72-89
  • Idioma: portugués
  • Enlaces
  • Resumen
    • O artigo tem como objetivo refletir sobre a incompatibilidade da consolidação do SUS enquanto sistema público e universal baseado nas necessidades em saúde, e sua relação direta com o setor privado de natureza mercantil. A partir da pesquisa bibliográfica e documental, demonstra como nessa relação, o setor privado se apropriou do fundo público e, com apoio estatal, exponenciou sua lucratividade, no período neoliberal e no pós-golpe de 2016, com a proeminência de entidades representativas do setor empresarial da saúde, fortalecendo seu projeto como hegemônico. Conclui propondo o resgate das posições originárias do movimento da reforma sanitária nos anos 1980 de antagonismo à mercantilização da saúde e de defesa de sua estatização, com a força mobilizadora que os coletivos que representam as classes subalternas têm para construir uma nova hegemonia, em um cenário em que a população vai precisar cada vez mais do SUS.


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