Brasil
Partindo de uma análise pautada na teoria social crítica, este artigo busca compreender os principais impactos sofridos por assistentes sociais nos seus mais diversos espaços sócio-ocupacionais de trabalho e, particularmente, no âmbito das políticas sociais frente ao uso das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) na contemporaneidade capitalista. Destarte, a metodologia baseou-se em uma pesquisa exploratória com aplicação de questionários com assistentes sociais e tem sustentação teórica em uma revisão de literatura, tendo como resultado os seguintes elementos: ausência de acesso por parte da população mais vulnerabilizada, alargamento da lógica produtivista que atende e intensifica a precarização do trabalho e, por conseguinte o processo de exaustão e adoecimento profissional.
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