Brasil
O artigo apresenta uma discussão sobre a importância da arte como mediação a partir do pensamento estético marxiano e marxista. Levanta a necessidade de compreender o cotidiano como chão insuprimível das relações sociais, além de discutir os dilemas do uso da arte como parte do arsenal técnico-operativo e ético-político da intervenção profissional do(a) assistente social. A partir de referenciais e falas de profissionais colhidas em campo, o presente artigo está estruturado em cinco partes reconhecendo o lugar da arte na sociedade contemporânea e na profissão. Ao refletir sobre o exercício e a formação profissional, compreende-se os avanços no âmbito formativo e social ao passo que leva em consideração a produção das expressões da “questão social” nos dias atuais e as relações práticas no uso da arte como mediação. No Brasil temos formas variadas de conceber a arte como mediação nas quais levantam-se, nesse texto, as contradições que permeiam essa seara, seja no que tange às instituições em que o Serviço Social esteja inserido, seja ao que se refere à subjetividade e formação profissional no reconhecimento da arte como possibilidade de mediação sócio-assistencial.
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