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Mariana Cardoso Godinho
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Séphora Augusta Cardoso Queiroz
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Marta Luísa Palomero Bueno
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Según el Ministerio de Salud, el Plan de Parto (PP) garantiza la autonomía de la mujer parturienta, orientando la atención al parto para que se respeten sus preferencias. Existen desafíos en su utilización debido al bajo número de gestantes que lo elaboran. Dada la importancia de esta herramienta, es fundamental que su aprendizaje sea adecuado durante la carrera de medicina. Sin embargo, la capacidad de los estudiantes para presentar y aplicar el PP es cuestionable. El objetivo de este trabajo es evaluar el conocimiento de las estudiantes de 1.º, 6.º y 12.º semestres del curso de medicina sobre el PP, considerando su progresión e integración a lo largo de los diferentes períodos académicos. El estudio se realizó entre mayo y septiembre de 2024, mediante un cuestionario digital sobre el conocimiento del plan de parto aplicado a estudiantes de 1.º, 6.º y 12.º semestres de medicina de una universidad de Belo Horizonte. En total, se aplicaron 62 cuestionarios. Entre los resultados encontrados, una menor proporción de estudiantes del 1.º semestre declararon conocer el PP en comparación con las del 6.º y 12.º (p<0,05). La proporción de estudiantes del 1.º semestre fue menor (p<0,05) en relación con los otros semestres en cuanto al conocimiento de los temas: alivio del dolor, confort, intervenciones y visitas. El 21,05 % de las estudiantes del 12.º semestre afirman tener un conocimiento parcial sobre el tema. Los resultados demuestran que, a pesar de que el dominio de las estudiantes sobre el PP progresa a lo largo del curso, no se integra completamente al final del mismo. Este panorama es conflictivo y refleja una laguna disciplinaria.
According to the Ministry of Health, the Birth Plan (BP) ensures the autonomy of the birthing woman, guiding childbirth care to respect her preferences. There are challenges in its utilization due to the low number of pregnant women who adopt it. Given the importance of this tool, it is essential for its proper understanding to be included during medical school. However, students' ability to present and apply the BP is questionable. This study aims to evaluate the knowledge of female students in the 1st, 6th, and 12th terms of a medical course regarding the BP, considering their progression and integration throughout the different academic periods. The study was conducted from May to September 2024, using a digital questionnaire on BP knowledge administered to students in the 1st, 6th, and 12th terms of a medical school in Belo Horizonte. A total of 62 questionnaires were completed. Among the findings, a smaller proportion of students in the 1st term reported knowledge of the BP compared to those in the 6th and 12th terms (p<0.05). The proportion of students in the 1st term was lower (p<0.05) than in other terms regarding knowledge of topics such as pain relief, comfort, interventions, and visitation. A total of 21.05% of students in the 12th term reported having partial knowledge of the subject. The results indicate that although students’ understanding of the BP improves throughout the course, it does not become fully integrated by its conclusion. This scenario is problematic and reflects a disciplinary gap.
Segundo o Ministério da Saúde, o Plano de Parto (PP) garante a autonomia da parturiente, guiando a assistência do parto para que suas preferências sejam respeitadas. Existem desafios na sua utilização, devido ao baixo número de gestantes que o realizam. Dada a importância desse instrumento, é fundamental que seu aprendizado seja adequado durante a graduação de medicina. Porém, a capacidade dos alunos de apresentar e aplicar o PP é questionável. O objetivo desse trabalho é avaliar o conhecimento de alunas do 1º, 6º e 12º períodos do curso de medicina sobre o PP, considerando sua progressão e integralização ao longo dos diferentes períodos acadêmicos. O estudo foi realizado de maio a setembro de 2024, com aplicação de um questionário digital sobre conhecimento do plano de parto em estudantes do 1º, 6º e 12º períodos de medicina de uma faculdade de Belo Horizonte. Foram aplicados no total 62 questionários. Dentre os resultados encontrados, uma menor proporção de alunas do 1º período declararam conhecimento do PP em relação às do 6º e 12º (p<0,05). A proporção de alunas do 1º período foi menor (p < 0,05) em relação aos outros períodos quanto ao conhecimento dos tópicos: alívio da dor, conforto, intervenções e visitas. 21,05 % das alunas do 12º período afirmam ter conhecimento parcial sobre o tema. Os resultados encontrados demonstram que, apesar do domínio das alunas sobre o PP progredir ao longo do curso, não se integraliza ao final deste. Esse cenário é conflituoso e reflete uma lacuna disciplinar.
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