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O cotidiano de uma devoção: a capela de Nossa Senhora da Purificação da Vila do Príncipe e suas irmandades, comarca do Serro do Frio, Minas Gerais, 1713-1920

    1. [1] Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia de Minas Gerais (IFMG), Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil, doserro@hotmail.com
  • Localización: História Revista, ISSN-e 1984-4530, ISSN 1414-6312, Vol. 26, Nº. 2, 2021 (Ejemplar dedicado a: Cultura e barbárie: o mundo em tempos extremos), págs. 354-377
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • The everyday of a devotion: the chapel of Our Lady of Purification of the Village of the Prince and its brotherhoods, comarca do Serro do Frio, Minas Gerais, 1713-1920
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      The chapel of Nossa Senhora da Purificação was built in the first years of exploration of the mines of Serro do Frio, between 1702 and 1713. Its history can be told around the concept of colonial pedagogical gesture, that is, what these men and women who they built it and maintained it, organized in lay brotherhoods that wanted to teach and learn, in a constant process of creating and recreating their sociability. We questioned the permanence of the chapel in the center of Vila do Príncipe and how its presence in the shopping center of the 19th century and the question of burials echoed social conflicts related to the economy of slavery. Using bibliographic research methodology, we narrate the daily lives of these characters around the micro-historical approach and cultural history. The result of the study appears as the narrative develops and points to the dispute for urban space at the end of the 19th century and the first years of the 20th century, when the chapel was demolished apparently without questioning the mountain elite.

    • português

      A capela de Nossa Senhora da Purificação foi edificada nos primeiros anos de exploração das minas do Serro do Frio, entre 1702 e 1713. Sua história pode ser contada em torno do conceito de gesto pedagógico colonial, ou seja, o que esses homens e mulheres que a construíram e a mantiveram, organizados em irmandades leigas queriam ensinar e aprender, em constante processo de criação e recriação de suas sociabilidades. Problematizamos a permanência da capela no centro da Vila do Príncipe e como sua presença no centro comercial do século XIX e a questão dos sepultamentos reverberava conflitos sociais ligados à economia da escravidão. Usando a metodologia de pesquisa bibliográfica, narramos o cotidiano desses personagens em torno da abordagem microhistórica e da história cultural. O resultado do estudo se apresenta à medida em que se desenvolve a narrativa e aponta para a disputa de espaço urbano ao final do século XIX e primeiros anos do século XX, quando a capela foi demolida aparentemente sem questionamentos da elite serrana.


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