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“Isolamento voluntário” e protagonismo do povo Javaé, da Ilha do Bananal, atual estado do Tocantins-Brasil (1896-1923)

    1. [1] Universidade Federal de Goiás

      Universidade Federal de Goiás

      Brasil

    2. [2] Universidade Estadual de Goiás - UEG; Universidade Federal de Goiás - UFG, Goiânia, Goiás, Brasil, ordalia_c@hotmail.com
  • Localización: História Revista, ISSN-e 1984-4530, ISSN 1414-6312, Vol. 27, Nº. 2, 2022 (Ejemplar dedicado a: Estética, educação e interculturalidade), págs. 26-48
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • “Voluntary isolation” and protagonism of the Javaé people of Bananal Island, current state of Tocantins, Brazil (1896-1923)
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      Aiming to analyze, from the travel reports of protestant missionaries traveling through the Araguaia Valley at the threshold of the 19th and 20th centuries, the prevalence of notions on the Javaé people as a Karajá subgroup, and also to (1) visualize the Javaé protagonism in the numerous strategies used to keep the invaders away from their villages, prioritizing “voluntary isolation” and (2) reverberate such protagonism today through the claim practices of the Javaé representatives looking forward to recognizing non-derivative self-determination. Under the theoretical-methodological contributions the categories of the collective of researchers of Modernity / Coloniality / Decoloniality, the travel reports written by the missionaries are analyzed, they are also underwritten by different historical sources and specialized bibliography, without intending a linear analysis of the Javaé historical trajectory between 1896 - 1923, subsidized by both previous and subsequent events. It is clear that the Javaé people have been exercising an academic and political mobilization to challenge the imposed attribution.  

    • português

      Pretende-se analisar, nos relatos de viagem de missionários protestantes, em viagem pelo Vale do Araguaia, no limiar dos séculos XIX e XX, a prevalência de noções sobre o povo Javaé como um subgrupo Karajá e, a partir dessas análises, (1) visibilizar o protagonismo Javaé nas inúmeras estratégias utilizadas para manter os invasores longe de suas aldeias, primando pelo “isolamento voluntário” e (2) o reverberar deste protagonismo na atualidade, por meio de práticas reivindicatórias dos representantes Javaé, com vistas ao reconhecimento da autodeterminação não derivada. Sob o aporte teórico-metodológico das categorias do coletivo de pesquisadores da Modernidade / Colonialidade / Decolonialidade, analisa-se os relatos de viagem escritos pelos missionários - amparados por fontes históricas diversas e bibliografia especializada - sem pretender uma análise linear da trajetória histórica Javaé, entre 1896 e 1923, subsidiada por eventos anteriores e posteriores. Percebe-se que o povo Javaé vem exercendo uma mobilização acadêmica e política de contestação à atribuição imposta.


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