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Lopes, Fernando
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Vitória, Fernanda
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Branco, Manuela
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Amélia, Lúcia
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Traumatic brain injury is the leading cause of death and serious disability in bicycle accidents. We developed a study to examine local patterns of bicycle helmet use among young people in Figueira da Foz. We conducted a survey in which a questionnaire was applied to a sample of 1089 cyclists who were pupils in the Figueira da Foz Municipal District Schools. The questionnaire was designed to measure motivations relating to helmet ownership and use when riding a bicycle. In order to determine independent determinants, adjusted odds ratios were calculated by logistic regression analysis. Twenty-seven per cent of the cyclists were found to have experienced at least one accident along with traumatic brain injury, with the risk being higher in boys (aOR: 1.9; CI:95 %:1,5-2,6; p<0,05). Ninety per cent of the accidents did not involve a motor-vehicle, only the cyclist; they were caused by the cyclist losing control or hitting obstacles. Helmet use is determined according to literacy (OR: 2.5; CI:95 %:1,6-3,6; p<0,05), 5th and 8th school grade (OR: 3.6; CI:95 %:2,3-5,7; p<0,05 and a OR: 1.9; CI:95 %:1,3-2,7; p<0,05, respectively), and recreational cycling (OR: 2.8; CI:95 %:1,3-5,9; p<0,05). Most cyclists are not proactive, which is borne out by 77 % considering the helmet the most important equipment, while only 28 % use it frequently. Age is one of the most significant individual factors associated with helmet use. School-based programmes might increase its use among children. The helmet is an individual protection that should be encouraged.
Os traumatismos cranioencefálicos constituem a principal causa de morte e incapacidade grave nos acidentes de bicicleta. Realizou-se um estudo para identificar os fatores determinantes na sua utilização pelos jovens no Concelho da Figueira da Foz. Definiu-se uma amostra de 1089 alunos ciclistas, matriculados nos Agrupamentos de Escolas do Concelho da Figueira da Foz. Aplicou-se inquérito por questionário, auto-preenchido, medindo as motivações relativamente à titularidade e utilização do capacete. Na identificação dos fatores determinantes incluímos as variáveis independentes num modelo de análise de regressão logística múltipla, calculando-se os Odds Ratios ajustados. Registou-se que 27 % dos alunos referiram a experiência de pelo menos um acidente de bicicleta com traumatismo cranioencefálico, sendo esse risco superior nos rapazes (ORa: 1,9; IC:95 %:1,5-2,6; p<0,05). Em 90 % dos acidentados, não intervieram veículos automóveis ou motorizados, envolvendo apenas o próprio ciclista, resultado de despistes ou colisões com obstáculos. A utilização do capacete é determinada consoante a literacia (OR: 2,5; IC:95 %:1,6-3,6; p<0,05), o 5º e 8º ano de escolaridade (OR: 3,6; IC:95 %:2,3-5,7; p<0,05 e ORa: 1,9; IC:95 %:1,3-2,7; p<0,05, respetivamente) e a utilização recreativa da bicicleta (OR: 2,8; IC:95 %:1,3-5,9; p<0,05). A ausência de pro-atividade no uso do capacete, evidenciou-se quando 77 % dos alunos consideravam-no o equipamento mais importante, e apenas 28 % o utilizavam regularmente. A idade é um dos principais fatores determinantes na utilização do capacete. As campanhas de promoção poderão ser eficazes nas crianças em idade escolar. O capacete é uma proteção individual que deve ser incentivada.
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