Objetivo: Este artículo tiene como objetivo analizar las prácticas espaciales realizadas en la ciudad de Maringá/PR por la comunidad escolar a la luz de las medidas decretadas por el Ayuntamiento en el contexto de la Covid-19.
Metodología/enfoque: La investigación es cualitativa y descriptiva e implica la recolección de datos primarios y secundarios. Los datos se interpretaron mediante la técnica de análisis hermenéutico-dialéctico.
Originalidad/relevancia: En 2020, la pandemia de COVID-19 impulsó a las escuelas a adaptarse a los decretos estatales y municipales. Este estudio considera la ciudad como una organización moldeada por relaciones de poder, centrándose en las prácticas espaciales de la comunidad escolar a través de sus demandas y manifestaciones.
Principales resultados: El estudio reveló las prácticas espaciales de territorialización en sentido estricto, en sentido amplio y la construcción de redes espaciales por parte de la comunidad escolar. Estas prácticas espaciales son acciones de territorialización resultantes de las manifestaciones que tuvieron lugar en la ciudad-organización.
Contribuciones teóricas: El estudio amplía la comprensión de las prácticas espaciales como formas de territorialización, destacando la ciudad como un espacio de relaciones de poder, resistencia y disputa, y reforzando la visión de la ciudad como una organización formada por interacciones sociales, conflictos y territorios múltiples.
Contribuciones a la gestión: La investigación demuestra cómo grupos sociales, como la comunidad escolar, utilizan el espacio urbano para resistir las medidas gubernamentales. Esto ofrece información valiosa para los administradores públicos sobre cómo las dinámicas y movilizaciones del poder influyen en las políticas y decisiones en tiempos de crisis.
Goal: This article aims to analyze the spatial practices carried out in the city of Maringá/PR by the school community in light of the measures decreed by the City Hall in the context of Covid-19.
Methodology/approach: The research is qualitative and descriptive and involves collection of primary and secondary data. The data were interpreted using the hermeneutic-dialectic analysis technique.
Originality/relevance: In 2020, the COVID-19 pandemic prompted schools to adapt to state and municipal decrees. This study views the city as an organization shaped by power relations, focusing on the spatial practices of the school community through their demands and demonstrations.
Main findings: The study revealed the spatial practices of territorialization in a strict sense, in a broad sense and the construction of spatial networks by the school community. These spatial practices are territorialization actions resulting from the demonstrations that took place in the city-organization.
Theoretical contributions: The study broadens the understanding of spatial practices as forms of territorialization, highlighting the city as a space of power relations, resistance and dispute, and reinforcing the vision of the city as an organization formed by social interactions, conflicts and multiple territories.
Management contributions: The research demonstrates how social groups, such as the school community, use urban space to resist government measures. This offers valuable insights for public managers on how power dynamics and mobilizations influence policies and decisions in times of crisis.
Objetivo: Este artigo tem como objetivo analisar as práticas espaciais realizadas na cidade de Maringá/PR pela comunidade escolar à luz das medidas decretadas pela Prefeitura Municipal no contexto da Covid-19.
Metodologia/abordagem: A pesquisa é qualitativa e descritiva e envolve coleta de dados primários e secundários. Os dados foram interpretados por meio da técnica de análise hermenêutica-dialética.
Originalidade/relevância: Em 2020, a pandemia da COVID-19 impulsionou as escolas a se adequarem aos decretos estaduais e municipais. Este estudo considera a cidade como uma organização moldada por relações de poder, com foco nas práticas espaciais da comunidade escolar por meio de suas demandas e manifestações.
Principais resultados: O estudo revelou as práticas espaciais de territorialização em sentido estrito, em sentido amplo e a construção de redes espaciais pela comunidade escolar. Essas práticas espaciais são ações de territorialização resultantes das manifestações ocorridas na cidade-organização.
Contribuições teóricas: O estudo amplia a compreensão das práticas espaciais como formas de territorialização, destacando a cidade como um espaço de relações de poder, resistência e disputa, e reforçando a visão da cidade como uma organização formada por interações sociais, conflitos e múltiplos territórios.
Contribuições da gestão: A pesquisa demonstra como grupos sociais, como a comunidade escolar, utilizam o espaço urbano para resistir a medidas governamentais. Isso oferece insights valiosos para gestores públicos sobre como dinâmicas de poder e mobilizações influenciam políticas e decisões em tempos de crise.
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