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Violencia simbólica y uso de la religión evangélica en la guerra contrasubversiva en Guatemala

    1. [1] Universidad Iberoamericana, Ciudad de México, México
  • Localización: Cuadernos Intercambio sobre Centroamérica y el Caribe, ISSN-e 1659-4940, ISSN 1659-0139, Vol. 21, Nº. 2, 2024
  • Idioma: español
  • Títulos paralelos:
    • Violência simbólica e uso da religião evangélica na guerra contra-subversiva na Guatemala
    • Symbolic Violence and the Use of the Evangelical Religion at the Counter-Subversive war in Guatemala
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      El artículo examina dos maneras en las que se ejerció la violencia simbólica por parte del Estado y el Ejército de Guatemala durante la guerra contrasubversiva en la década de 1980. Específicamente, analiza las estrategias de presentación de sí mismo (y de sus enemigos) utilizadas por estas instituciones políticas, así como el uso de la religión y las iglesias evangélicas como armas simbólicas. Con esto, se evidencia que, además de la violencia física propia de la guerra, se ejerció una importante violencia simbólica, tanto hacia la comunidad guatemalteca en general (definida como violencia simbólica hacia afuera) como dentro del propio Ejército (definida como violencia simbólica hacia adentro). Las conclusiones se derivan de la revisión de documentos oficiales y de investigaciones especializadas previas sobre la materia, así como de la interpretación a partir de la teoría del sociólogo Pierre Bourdieu.

    • English

      This article examines two ways in which the Guatemalan state and army exercised symbolic violence during the counter-subversive war of the 1980s. Specifically, it discusses the self-presentation strategies (and those of its enemies) used by these political institutions, as well as the use of religion and evangelical churches as symbolic weapons. With this, it becomes evident that, in addition to the physical violence typical of the war, symbolic violence was exercised, both against the Guatemalan community in general (defined as outside symbolic violence) and within the Army itself (defined as inside symbolic violence). The conclusions are drawn from the review of official documents and previous specialized research on the subject, as well as from the interpretation based on the theory of the sociologist Pierre Bourdieu.

    • português

      Este artigo examina duas formas de exercício da violência simbólica por parte do Estado e do exército guatemaltecos durante a guerra contra-subversiva na década de 1980. Especificamente, analisa as estratégias de autopresentação (e de seus inimigos) utilizadas por essas instituições políticas, assim como o uso da religião e das igrejas evangélicas como armas simbólicas. Com isso, evidencia-se que, além da violência física característica da guerra, também foi exercida uma significativa violência simbólica, tanto em relação à comunidade guatemalteca em geral (definida como violência simbólica voltada para fora) quanto dentro do próprio Exército (definida como violência simbólica voltada para dentro). As conclusões são derivadas da revisão de documentos oficiais e de pesquisas especializadas anteriores sobre o tema, assim como da interpretação a partir da teoria do sociólogo Pierre Bourdieu.


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