Colombia
La acepción de ambiente ha sido construida a través de la historia de acuerdo a unas condiciones materiales de existencia, imbricada en dimensiones tanto económicas como políticas y culturales, que han arrojado hoy una visión dominante de dicha idea, pero a la vez una disputa semiótica entre esta y las construcciones populares sobre la naturaleza. La crisis ambiental, en esa medida, ha sido abordada desde diversos fundamentos epistemológicos de ambiente, y sustentada desde distintos discursos, que abren, a su vez, posibles soluciones diferentes, muchas veces en conflicto. En ese contexto, la contabilidad ambiental ha internalizado una serie de ideas sobre el ambiente, visto este principalmente como un recurso u objeto, arrojando así información ambiental más relacionada con la rentabilidad empresarial que con la protección de la biodiversidad. Por ello se plantea la necesidad, desde el diálogo de saberes, de re-pensar los referentes epistemológicos desde los cuales parte la contabilidad, vistos estos desde la complejidad ambiental.
The meaning of environment has been built through history according to some existence material conditions, overlapped in economic, political and cultural dimensions that today have generated a dominant vision of such idea, but at the same time a semiotic dispute between this and the popular structure about nature. Environmental crisis, in that sense, has been presented from diverse environmental epistemological basis, and supported from different speeches, opening at the same time, different possible solutions most of the times conflicted. In that context, environmental accounting has internalized a series of ideas about the environment, view as a resource or object, generating environmental information more related to corporate profitability than to biodiversity protection. Therefore a need, from the wisdom dialogue, of rethinking the epistemological referents from which accounting is coming from, seen from the environmental complexity, is considered.
L’aception d’environement a été construite à travers de l’histoire selon des conditions matérielles d’existence, imbriquées dans des dimensions tant économiques que politiques et culturelles, qui aujourd’hui ont mis en évidence une vision dominante de cette idée, mais en même temps, une dispute sémiotique entre celle-ci et les constructions populaires sur la nature. La crise environnementale, dans cette mesure, a été abordée depuis de divers fondements épistémologiques d’environnement, et sustentée depuis de divers discours, qui ouvrent, simultanément, des possibles solutions différentes, souvent en conflit. Dans ce contexte, la comptabilité environnementale a internalisé une série d’idées de l’environnement, vu principalement comme un recours ou objet, mettant en évidence de cette façon de l’information environnementale plus impliquée avec la rentabilité de l’entreprise qu’avec la protection de la biodiversité. Ce pour ça qu’il se considère la nécessité, depuis le dialogue des savoirs, de repenser les référents épistémologiques depuis lesquels la comptabilité est créé, vus depuis la complexité environnementale.
A acepção do meio ambiente tem sido construída através da história de acordo com as condições materiais de existência, imbricada em dimensões tanto económicas quanto políticas e culturais, que têm lançado hoje uma visão dominante da ideia, mas também uma disputa semiótica entre a mesma e as construções populares da natureza. A crise ambiental, nessa medida, tem sido abordada de diferentes fundamentos epistemológicos de ambiente e apoiada de diferentes discursos que abrem, por sua vez, diferentes soluções possíveis, muitas vezes em conflito. Neste contexto, a contabilidade ambiental internalizou uma série de ideias sobre o meio ambiente, visto este principalmente como um recurso ou objeto, produzindo, assim, informações sobre o ambiente que estão mais relacionadas com a rentabilidade do negócio do que com a proteção da biodiversidade. Portanto, existe uma necessidade, a partir do diálogo de saberes, de repensar os referentes epistemológicos dos quais a contabilidade parte, vistos desde a complexidade ambiental.
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