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A Caatinga nos documentos coloniais: preconceito geográfico no sertão baiano

    1. [1] Universidade do Estado da Bahia

      Universidade do Estado da Bahia

      Brasil

    2. [2] Universidade Estadual de Campinas

      Universidade Estadual de Campinas

      Brasil

    3. [3] Universidade Estadual de Londrina

      Universidade Estadual de Londrina

      Brasil

  • Localización: Geograficidade, ISSN-e 2238-0205, Vol. 14, Nº. 2, 2024, págs. 95-109
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • The Caatinga in colonial documents: geographical prejudice in the backlands of Bahia
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      The Caatinga, located in the backlands of Bahia, has historically been stereotyped as something bad and dry. The image of the Caatinga reduced to cracked ground, cattle skeletons, and the scorching sun is rooted in colonization, which weaves prejudices, reaffirms the bleeding of the land, the exploitation of natural resources and the expulsion of the native people. Thus, the research aims to understand how Caatinga is portrayed in colonial documents, tensioning the sense of colonial Sameness through geography and historicity. We analyzed the “Single” Manuscript Documents of the Captaincy of Bahia between the years (1604-1828), contained in the Rescue Project belonging to the Overseas Historical Archive (AHU) in Lisbon, containing references to the Caatinga. Paleography was used to translate and analyze the colonial letters. In this sense, resuming these colonial documents enables an important counter-colonial movement, showing new approaches to the Caatinga, in addition to countering the distorted imagery reproduced since colonization and embedded in contemporary times.

    • português

      A Caatinga tem sido, ao longo da história, estereotipada como algo ruim e seco. A imagem da Caatinga reduzida ao chão rachado, aos esqueletos de gado e ao sol escaldante tem raízes na colonização, que produziu preconceitos geográficos em relação à região, buscando justificar o sangramento da terra, a exploração dos recursos naturais e a expulsão dos povos originários. Desse modo, a pesquisa objetiva compreender a maneira como a Caatinga é retratada nos documentos coloniais, tensionando o sentido da Mesmidade colonial pela geograficidade e pela historicidade. Analisamos os Documentos Manuscritos Avulsos da Capitania da Bahia entre os anos (1604-1828), contidos no Projeto Resgate e pertencentes ao Arquivo Histórico Ultramarino (AHU) de Lisboa, contendo referências à Caatinga. Desse modo, foi utilizado da paleografia para traduzir e transcrever as cartas coloniais, buscando identificar a negação da geograficidade e o preconceito geográfico nas representações da Caatinga


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