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Pichadores de rua, territorialidades urbanas em conflito: territórios (in)visíveis de Goiânia

    1. [1] Universidade Federal de Goiás

      Universidade Federal de Goiás

      Brasil

  • Localización: Cerrados, ISSN-e 2448-2692, ISSN 1678-8346, Vol. 2, Nº. 1, 2004 (Ejemplar dedicado a: Revista Cerrados (versão impressa)), págs. 117-128
  • Idioma: portugués
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      The street pitchers, look for the introduction, especially in big and medium sized cities, of their pieces of graffiti, willing to demarcate territories, attack the urban scene and provoke the rival groups. The pitch can not be understood as an act of vandalism:they mean to be present on the city’s routine, “re”presenting and signifying again the scenery. The Movement cropped up in Bronx’s urban ghettos, USA, spreaded out around the world, and in Goiânia, there are many “groups”, that can be categorized in 2 types.In the first one,members of groups of rooters,compete with each other aroundthe metropolis signing the acronyms TEV (Torcida Esquadra Vilanovense) and FJG (Força Jovem do Goias). And the neighbourhood groups, like the MGC (Moleques Grafiteiros do Crimeia), BF (Bairro Feliz), UPS (União dos Pichadores Skatistas), etc. This groups search for the demarcation and the consolidation of the terrritory facing off the opponent, exerting territoriality, over an especific area. At the same time, they constitute a self identity, withthe intention to put down and to oppose to the conventional urban patterns.Geography must not abstein it self from the comprehension of this phenomenon, once this understanding straightly involves the categories of geographical analysis, such as territory, teritoriality and identity.

    • português

      Os pichadores buscam introduzir na paisagem urbana, principalmente das médias e grandes cidades, suas pichações que anseiam demarcar territórios, agredir a paisagem urbana e provocar os grupos rivais. As pichações não podem ser entendidas, apenas, como atos de vandalismo, elas procuram se fazer presentes no cotidiano da cidade, representando e (res) significando a paisagem. Movimento surgido nos guetos urbanos do Bronx, nos EUA, disseminou-se pelo mundo, existindo, em Goiânia, diversas “galeras” que podem ser categorizadas em dois tipos. No primeiro, membros de torcidas organizadasse rivalizam pela metrópole, assinando a siglas TEV (Torcida Esquadrão Vilanovense) e FJG (Força Jovem do Goiás). No segundo, os grupos de Bairro, como MGC (Moleques Grafiteiros do Criméia), BF (Bairro Feliz), UPS (União dos Pichadores Skatistas), etc. Esses grupos buscam demarcar e consolidar o território frente aos adversários, exercendo territorialidade sobre uma área. Ao mesmo tempo, constituem uma identidade própria que procuram insubmeter e contrapor os ditames convencionais do urbano. A Geografia não pode abster-se da compreensão desse fenômeno, pois sua compreensão envolve diretamente categorias de análise geográfica, como o território, territorialidades e identidade.


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