Objetivo: Determinar la prevalencia y caracterización de lesiones por presión, en hospital de alta complejidad, para todos los pacientes hospitalizados en periodo de 4 años. Materiales y Método: Estudio descriptivo, correlacional, retrospectivo. Este estudio siguió la guía STROBE para estudios observacionales. Utilizando datos de egresos de pacientes y registros de lesiones por presión de un hospital de alta complejidad al sur de Chile, entre 2019 y 2022, con una muestra 3343 LLP, se calculó la prevalencia cruda, la tasa de prevalencia y la descripción de factores sociodemográficos de los pacientes con lesiones por presión. Resultados: La prevalencia cruda de lesiones por presión fue 3,97%, con una tasa de 4,60 por cada 1,000 días cama. La prevalencia más alta se registró en 2021, fue mayor en hombres y en pacientes mayores de 65 años. Mayor en UCI, urgencias y medicina-cirugía. Más frecuente también en estadio II y localización en espalda y glúteos (incluido sacro). Existe relación estadísticamente significativa (p<0,05) entre estadio de la lesión y variables como lugar de ocurrencia, ubicación de la lesión, edad, factores de riesgo del paciente y factores relacionados con la atención. Conclusiones: La prevalencia de lesiones por presión en este estudio es comparable a otras investigaciones y muestra una tendencia al aumento. Las lesiones más comunes son de estadio II y predominan en hombres. Su aparición está relacionada con el tipo de servicio clínico (UCI, medicina- cirugía, unidad de emergencia), edad del paciente, y factores de riesgo asociados tanto al paciente como a la atención recibida.
Objective: To determine the prevalence and characterization of pressure injuries in a high complexity hospital among all hospitalized patients over a 4-year period. Material and Method: Descriptive, correlational, and retrospective study. This study followed the STROBE guidelines for observational studies. Data from patient discharges and pressure injury records from a high complexity hospital in southern Chile, between 2019 and 2022, with a sample 3343 LLP were used to calculate the crude prevalence, prevalence rate, and description of sociodemographic factors of patients with pressure injuries. Results: Thecrude prevalence of pressure injuries was 3.97%, with a rate of 4.60 per 1,000 bed days. The highest prevalence was recorded in 2021, was higher in males and in patients olderthan 65 years. Pressure injuries were more common in ICU, emergency and medical- surgical units. They were also more frequent in stage II and located on the back and buttocks (including the sacral area). There is a statistically significant relationship (p<0.05) between injury stage and variables such as occurrence location, injury site, age, patient risk factors, and care-related factors. Conclusions: The prevalence of pressure injuries in this study is comparable to other studies and shows an increasing trend. The most common injuries are in stage II and predominantly affect males. Their occurrence is associated with the type of clinical service (ICU, medical-surgical units, emergency unit), patient age, and risk factors related to both the patient and the care received.
Objetivo: Determinar a prevalência e a caracterização das lesões por pressão em um hospital de alta complexidade para todos os pacientes internados ao longo de um período de 4 anos. Material e Método: Estudo descritivo, correlacional e retrospectivo. Este estudo seguiu as diretrizes STROBE para estudos observacionais. Utilizando dados de alta de pacientes e registros de lesões por pressão de um hospital de alta complexidade no sul do Chile, entre 2019 a 2022, com uma amostra 3343 LLP foram calculados a prevalênciabruta, a taxa de prevalência e os fatores sociodemográficos dos pacientes com lesões por pressão. Resultados: A prevalência bruta de lesões por pressão foi de 3,97%, com uma taxa de 4,60 por 1.000 dias de internação. A maior prevalência foi registrada em 2021, com umamaior incidência em homens e em pacientes com mais de 65 anos. As lesões por pressão foram mais frequentes nas unidades de UTI, emergência e nas unidades médico-cirúrgicas. Elas foram também mais comuns no estágio II e localizadas nas costas e nádegas (incluindoa região sacral). Há uma relação estatisticamente significativa (p<0,05) entre o estágio dalesão e variáveis como local de ocorrência, local da lesão, idade, fatores de risco do paciente e fatores relacionados ao atendimento. Conclusões: A prevalência de lesões por pressão neste estudo é comparável a outros estudos e apresenta uma tendência de aumento. As lesões mais comuns são de estágio II e afetam predominantemente homens. Suaocorrência está associada ao tipo de serviço clínico (UTI, unidades médico-cirúrgicas, unidade de emergência), à idade do paciente e aos fatores de risco relacionados tanto ao paciente quanto ao atendimento recebido.
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