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Argentina
La accesibilidad ha sido un concepto construido con aportes de diferentes campos y disciplinas. En nuestro país su uso ha sido agenciado fundamentalmente en el campo de la salud. Sin embargo, en los últimos años ha cobrado gran protagonismo a partir del giro conceptual en discapacidad que inaugura el modelo social de la discapacidad, luego con la Convención Internacional sobre los Derechos de las Personas con Discapacidad (ONU 2006, Argentina, 2008) y la exigibilidad de los derechos por parte de este colectivo. También la accesibilidad como concepto emerge en proyectos del ámbito extensionista, en las políticas universitarias y el activismo. No obstante, con frecuencia, es subsumida a un factor técnico y descontextualizada de los debates teóricos y sociopolíticos. En este sentido, el artículo se propone un recorrido conceptual desde una perspectiva crítica y situada, teniendo en cuenta su trayectoria y complejidad, y partiendo de reflexiones provenientes de más de diez años de experiencias de trabajo extensionista en la temática.
A acessibilidade tem sido um conceito construído com contribuições de diferentes campos e disciplinas. No nosso país, a sua utilização tem sido promovida principalmente na área da saúde. Porém, nos últimos anos ganhou grande destaque a partir da virada conceitual sobre deficiência que inaugura o modelo social da deficiência, depois com a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (ONU 2006, Argentina, 2008) e a exigibilidade dos direitos por esta grupo. A acessibilidade, como conceito, também emerge em projetos no campo da extensão, nas políticas universitárias e no ativismo. No entanto, é frequentemente subsumido por um fator técnico e descontextualizado dos debates teóricos e sociopolíticos. Nesse sentido, o artigo propõe um percurso conceitual a partir de uma perspectiva crítica e situada. Levando em conta sua trajetória e complexidade, e com base nas reflexões de mais de dez anos de experiências de trabalho de extensão sobre o tema
Accessibility has been a concept built with contributions from different fields and disciplines. In our country, its use has been mainly promoted in the field of health. However, in recent years it has gained great prominence since the turn in the concept of disability, inaugurated by the social model of disability, and then with the International Convention on the Rights of Persons with Disabilities (ONU 2006, Argentina, 2008) and the enforceability of rights that can be carried out by this group. Accessibility, as a concept, also emerges in projects in the extension field, in university policies and activism. However, it is frequently subsumed to a technical factor and decontextualized from theoretical and sociopolitical debates. In this sense, the article proposes a conceptual journey from a critical and situated perspective, taking into account its background and complexity, and based on reflections from more than ten years of extension work experiences on the subject.
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