Colombia
Este estudio explora las estrategias educativas implementadas en Colombia y Argentina durante la pandemia de COVID-19, resaltando las lecciones aprendidas para mejorar la equidad en la educación en escenarios de emergencia. A través de una revisión integrativa, se examinaron fuentes académicas, normativas y entrevistas con expertos. El estudio reconoce la resiliencia de las comunidades educativas, y enfatiza que esta debe incluir apoyo institucional adecuado. El análisis también revela cómo la emergencia exacerbó las desigualdades educativas, particularmente en el acceso a tecnologías digitales. Además, presenta la importancia de la gestión del riesgo, enfatizando la necesidad de evaluaciones de vulnerabilidad y una planificación estructural que mitigue el impacto de futuras emergencias. Se argumenta que la preparación anticipada evita respuestas reactivas o asistencialistas y contribuye a construir sistemas educativos más sostenibles. Asimismo, se retoma el rol social de las instituciones educativas, que es fundamental, ya que la colaboración entre docentes y comunidades es clave para superar los desafíos. También muestra cómo, aunque la educación virtual fue efectiva en algunos casos, no puede reemplazar la presencialidad y debe complementarse con recursos adecuados para garantizar la equidad. Finalmente, se destaca la relevancia de la salud mental y el bienestar socioemocional de los estudiantes, considerando este aspecto esencial en las políticas educativas futuras. Las lecciones aprendidas sugieren la necesidad de enfoques inclusivos, colaborativos y basados en la gestión del riesgo para fortalecer la equidad y la resiliencia del sistema educativo ante futuras emergencias.
This study explores the educational strategies implemented in Colombia and Argentina during the COVID-19 pandemic, highlighting the lessons learned to improve equity in education in emergency contexts. Through an integrative review, academic and normative sources, as well as interviews with education policy experts from both countries, were examined. The study emphasizes the resilience of educational communities but warns against romanticizing this resilience, as doing so may undermine the need for adequate institutional support. The analysis also reveals how the emergency exacerbated educational inequalities, particularly regarding access to digital technologies. Furthermore, it underscores the importance of risk management, emphasizing the need for vulnerability assessments and structural planning to mitigate the impact of future emergencies. The study argues that anticipatory preparation prevents reactive or welfarist responses and helps build more sustainable educational systems. It also highlights the fundamental social role of educational institutions, noting that collaboration between teachers, families, and communities is key to overcoming challenges. Additionally, while virtual education was effective in some cases, it cannot replace in-person education and must be complemented by adequate resources to ensure equity. Finally, the study stresses the relevance of students' mental health and socio-emotional well-being, considering this an essential aspect for future educational policies. The lessons learned suggest the need for inclusive, collaborative, and risk-based approaches to strengthen the equity and resilience of the educational system in the face of future emergencies.
Este estudo explora as estratégias educativas implementadas na Colômbia e na Argentina durante a pandemia da COVID-19, destacando as lições aprendidas para melhorar a equidade na educação em contextos de emergência. Através de uma revisão integrativa, foram examinadas fontes académicas, políticas e entrevistas com especialistas. O estudo reconhece a resiliência das comunidades educativas e salienta que esta deve incluir um apoio institucional adequado. A análise também revela como a emergência exacerbou as desigualdades educacionais, particularmente no acesso às tecnologias digitais. Além disso, apresenta a importância da gestão do risco, salientando a necessidade de avaliações de vulnerabilidade e de planeamento estrutural para mitigar o impacto de futuras emergências. Defende-se que a preparação antecipada evita respostas reactivas ou assistencialistas e contribui para a construção de sistemas educativos mais sustentáveis. É também analisado o papel social das instituições educativas, que é fundamental, uma vez que a colaboração entre professores e comunidades é a chave para ultrapassar os desafios. Mostra também que, embora a educação virtual tenha sido eficaz em alguns casos, não pode substituir a educação presencial e deve ser complementada com recursos adequados para garantir a equidade. Por último, é salientada a importância da saúde mental e do bem-estar socio-emocional dos estudantes, sendo este aspeto considerado essencial para futuras políticas educativas. As lições aprendidas sugerem a necessidade de abordagens inclusivas, colaborativas e baseadas no risco para reforçar a equidade e a resiliência do sistema educativo a futuras emergências.
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