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Crimen republicano y restitución ciudadana en la guerra de Canudos

    1. [1] Universidad Nacional de La Plata

      Universidad Nacional de La Plata

      Argentina

  • Localización: Memorias disidentes: Revista de estudios críticos del patrimonio, archivos y memorias, ISSN-e 3008-7716, Vol. 2, Nº. 3, 2025 (Ejemplar dedicado a: Archivos inasibles, cuerpos disidentes, patrimonios esquivos y territorios arrasados), págs. 189-211
  • Idioma: español
  • Títulos paralelos:
    • Crime republicano e restauração cidadã na guerra de canudos
    • Republican crime and citizen restoration in the canudos war
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      Este artículo revisa el archivo de la guerra de Canudos para visibilizar las operaciones textuales por medio de las cuales sujetos borrados de la historia disputaron interpretaciones del conflicto bélico acontecido en el interior de Bahía (Brasil) entre 1896 y 1897. En particular abordaré la noción de “crimen” desarrollada por dos textualidades bahianas sobre la guerra: el Histórico e Relatorio do Comitê Patriótico da Bahia (1901) editado por Lelis Piedade y la Descripção de uma viagem a Canudos (1899) de Alvim Martins Horcades. Estos textos combinan elementos descriptivos y argumentativos que señalan la incidencia de la letra escrita en la restitución del orden social tras la finalización del conflicto bélico en el arraial. En ambos documentos se puede apreciar una oscilación ambigua entre la reivindicación ciudadana del jagunço y la condena universalista sobre las atrocidades de la guerra en nombre de la Caridad y de la Patria. Los textos analizados son claros ejemplos de cómo la escritura de la historia se vuelve una labor performática sobre el acontecimiento y esas disidencias perturban la lógica maniquea entre vencedores (republicanos) y vencidos (sertanejos) propia de las textualidades oficiales de la guerra de Canudos.

    • português

      Este artigo revisa o arquivo da guerra de Canudos para tornar visíveis as operações textuais por meio das quais sujeitos apagados da história disputaram interpretações sobre a guerra ocorrida no interior da Bahia (Brasil) entre 1896 e 1897. Em especial, abordarei a noção de “crime” desenvolvida por dois textos baianos sobre a guerra: o Histórico e Relatorio do Comitê Patriótico da Bahia (1901) editado por Lelis Piedade e a Descripção de uma viagem a Canudos (1899) de Alvim Martins Horcades. Esses textos combinam elementos descritivos e argumentativos que apontam o impacto da palavra escrita na restauração da ordem social após o fim da guerra no arraial. Em ambos os documentos, percebe-se uma oscilação ambígua entre a reivindicação cívica do jagunço e a condenação universalista das atrocidades da guerra em nome da Caridade e da Pátria. Os textos analisados ​​são exemplos claros de como a escrita da história se torna um trabalho performático sobre o acontecimento e essas dissidências perturbam a lógica maniqueísta entre vencedores (republicanos) e vencidos (sertanejos) típica da textualidade oficial da guerra de Canudos.

    • English

      This article reviews the archive of the Canudos war to make visible the textual operations through which subjects erased from history disputed interpretations of the war that took place in the interior of Bahia (Brazil) between 1896 and 1897. In particular, I will address the notion of “crime” developed by two Bahian texts on the war: the Histórico e Relatorio do Comitê Patriótico da Bahia (1901) edited by Lelis Piedade and the Descripção de uma viagem a Canudos (1899) by Alvim Martins Horcades. These texts combine descriptive and argumentative elements that point out the impact of the written word in the restoration of social order after the end of the war in the arraial. In both documents one can see an ambiguous oscillation between the civic claim of the jagunço and the universalist condemnation of the atrocities of the war in the name of Charity and the Fatherland. The texts analyzed are clear examples of how the writing of history becomes a performative work on the event and these dissidences disturb the Manichean logic between victors (republicans) and vanquished (sertanejos) typical of the official textuality of the Canudos war.


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