Arabia Saudí
Objective: This study aims to know Criminal Responsibility for Errors Committed by Medical Robots, where the use of robots in healthcare and medicine has been steadily growing in recent years. Robotic surgical systems, robotic prosthetics, and other assistive robots are being into patient care. However, these autonomous systems also carry risks of errors and adverse events resulting from mechanical failures, software bugs, or other technical issues. When such errors occur and lead to patient harm, it raises complex questions around legal and ethical responsibility Char.Method: A descriptive analytical methodwas followed.Results: Traditional principles of criminal law have not been designed to address the issue of liability for actions committed by artificial intelligence systems and robots. There are open questions around whether autonomous medical robots can or should be held criminally responsible for errors that result in patient injury or death. If criminal charges cannot be brought against the robot itself, legal responsibility could potentially be attributed to manufacturers, operators, hospitals, or software programmers connected to the robot. However, proving causation and intent in such cases can be very difficult.Conclusions: The prospect of bringing criminal charges against a non-human triggersethical dilemma. Should autonomous machines have legal personhood? How to weigh patient safety versus promoting innovation in medical technology? This research will analyze the legal and ethical challenges associated with determining criminal responsibility when medical robots cause unintended harm. It has important implications for patient rights, healthcare regulation, technological ethics and the legal status of intelligent machines
Objetivo: Este estudo tem como objetivo conhecer a Responsabilidade Criminal por Erros Cometidos por Robôs Médicos, onde o uso de robôs em cuidados de saúde e medicina tem crescido constantemente nos últimos anos. Sistemas cirúrgicos robóticos, próteses robóticas e outros robôs assistentes estão sendo tratados no atendimento ao paciente. No entanto, esses sistemas autônomos também trazem riscos de erros e eventos adversos resultantes de falhas mecânicas, bugs de software ou outros problemas técnicos. Quando tais erros ocorrem e levam ao dano do paciente, isso levanta questões complexas em torno da responsabilidade legal e ética Char.Método: Foi seguido um método analítico descritivo.Resultados: Os princípios tradicionais do direito penal não foram concebidos para abordar a questão da responsabilidade por ações cometidas por sistemas de inteligência artificial e robôs. Há questões em aberto sobre se robôs médicos autônomos podem ou devem ser responsabilizados criminalmente por erros que resultem em ferimentos ou morte de pacientes. Se não for possível apresentar acusações criminais contra o próprio robô, a responsabilidade legal poderá ser atribuída a fabricantes, operadores, hospitais ou programadores de software conectados ao robô. No entanto, provar a causa e a intenção em tais casos pode ser muito difícil.Conclusões: A perspectiva de apresentar acusações criminais contra um não-humano desencadeia um dilema ético. As máquinas autônomas devem ter personalidade jurídica? Como pesar a segurança do paciente versus promover a inovação na tecnologia médica? Esta pesquisa analisará os desafios legais e éticos associados à determinação da responsabilidade criminal quando robôs médicos causam danos não intencionais. Tem implicações importantes para os direitos dos pacientes, a regulamentação dos cuidados de saúde, a ética tecnológica e o estatuto jurídico das máquinas inteligentes
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