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Santos, José Glauber Cavalcante dos
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Vasconcelos, Alessandra Carvalho de
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Figueirêdo Junior, Hugo Santana de
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Brasil
Objective: Investigate the disclosure of non-financial risks based on the internationalization profile of the largest public companies in Brazil. Method: The study evaluates internationalization in strategies — capital, shares on the stock exchange, revenues and markets — and the disclosure of non-financial risks based on 31 factors distributed in four categories: operational, damage, integrity and strategic. One hundred and eleven firms listed in Exame Magazine's “Best and Biggest” were analyzed, with data from the 2017–2019 three-year period, using the Mann-Whitney test in comparative evaluation according to internationalization. Main Results: Internationalized companies adopt varied strategies. Risk disclosure had an average of less than 35% and little variation. These companies have an advantage in disclosing risks due to more robust disclosure practices. There are significant differences in the quality of risk disclosure compared to companies according to their internationalization strategy. The analysis of the relationship between the variables suggests that the internationalization of capital can impact risk disclosure.
Relevance / Originality: This research focuses on the quality of disclosed risk factors and analyzes the differences in the reporting of non-financial risks between internationalized and non-internationalized companies, an approach that has not yet been investigated in a similar way in the Brazilian capital market, given its complexity and scope. Theoretical / Methodological Contributions: Measuring internationalization under various strategies makes it possible to understand how it drives business. The analysis of risk disclosure from different perspectives makes it possible to analytically understand the quality of risk disclosure in the company's activities abroad. Social / Management Contributions: Managers can understand how internationalization can be used as a strategic driver of practices associated with risk management and disclosure by the largest companies, for example, reducing information asymmetry and increasing the confidence of investors and other stakeholders.
Objetivo: Investigar a divulgação de riscos não financeiros com base no perfil de internacionalização nas maiores companhias abertas do Brasil. Método: Avaliam-se a internacionalização em estratégias — do capital, das ações em bolsa de valores, das receitas e dos mercados — e a divulgação de riscos não financeiros com base em 31 fatores distribuídos em quatro categorias: operacional, dano, integridade e estratégico. Foram analisadas 111 firmas listadas nas “Melhores e Maiores” da revista Exame, com dados do triênio 2017–2019, sendo aplicado o teste de Mann-Whitney em avaliação comparativa segundo a internacionalização. Principais Resultados: Empresas internacionalizadas adotam estratégias variadas. Sua divulgação de riscos teve média inferior a 35% e pouca variação. Essas empresas têm vantagem na divulgação dos riscos por causa de práticas de disclosure mais robustas. Existem diferenças significativas na qualidade da divulgação de riscos entre as empresas conforme estratégia de internacionalização. A análise da relação entre as variáveis sugere que a internacionalização do capital pode impactar o disclosure de risco. Relevância / Originalidade: Esta pesquisa focou na qualidade dos fatores de risco divulgados e analisou as diferenças, no relato de riscos não financeiros, entre empresas internacionalizadas e não internacionalizadas, uma abordagem ainda não investigada de forma semelhante no mercado de capitais brasileiro, dadas a sua complexidade e abrangência. Contribuições Teóricas / Metodológicas: A mensuração da internacionalização sob várias estratégias possibilita compreender de que modo ela impulsiona os negócios. A análise da divulgação do risco conforme diferentes enfoques possibilita entender analiticamente a qualidade de evidenciação de riscos nas atividades da empresa no exterior. Contribuições Sociais / para a Gestão: Gestores podem compreender a internacionalização como um direcionador estratégico de práticas associadas à gestão e à divulgação de riscos por parte das maiores companhias, como na redução da assimetria informacional e no aumento da confiança de investidores e outros stakeholders.
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