Brasil
Este artículo parte del conocido ensayo de Mijail Bajtín sobre el Bildungsroman para confrontar sus ideas sobre la representación, por parte de este género novelístico, de la formación del hombre, con el concepto de identidad narrativa de Paul Ricoeur. El filósofo francés entiende la narración como la única posibilidad de constituir la identidad del sujeto, que puede extenderse al modo en que la Bildungsroman, la novela formativa, busca mostrar la constitución del carácter de los personajes. La dialéctica entre mismidad y ipseidad explica las formas en que este género se configura como narración.
This article starts from Mikhail Bakhtin's well-known essay on the Bildungsroman to confront his ideas about the representation, by this novelistic genre, of the formation of man, with Paul Ricoeur's concept of narrative identity. The French philosopher understands the narrative as the only possibility of constituting the subject's identity, which can be extended to the way in which the Bildungsroman, the novel of formation, seeks to show the constitution of the characters' character. The dialectic between sameness and ipseity explains the ways in which this genre configures itself as a narrative.
O presente artigo parte do conhecido ensaio de Mikhail Bakhtin sobre o Bildungsroman para confrontar suas ideias acerca da representação, por esse gênero romanesco, da formação do homem, com o conceito de identidade narrativa, de Paul Ricoeur. O filósofo francês entende a narrativa como única possibilidade de constituição da identidade do sujeito, o que pode ser estendido ao modo como o Bildungsroman, o romance de formação, procura mostrar a constituição do caráter das personagens. A dialética entre mesmidade e ipseidade explicita os modos de esse gênero configurar-se como narrativa.
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