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Camões e a tradição popular e medieval: Os motes e glosas no poeta português

    1. [1] Universidade de Vigo

      Universidade de Vigo

      Vigo, España

  • Localización: Revista Diálogos Mediterrânicos, ISSN-e 2237-6585, Nº. 26, 2024 (Ejemplar dedicado a: Revista Diálogos Mediterrânicos - Dossiê "Diálogos entre História e Teologia nos cristianismos: da Antiguidade aos nossos dias"), págs. 105-125
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Camões y la tradición popular: los motes y glosas en lo poeta portugués
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      El presente trabajo trata sobre las relaciones entre la poesía de Camões, específicamente las redondillas desarrolladas en mote y glosa, y la tradición popular y medieval ibérica. Por lo tanto, el objetivo es señalar cómo se desarrollan dichas relaciones. Para lograr este propósito, se recurre a dos clasificaciones de los motes y glosas, una estructural (FRENK, 2006b) y otra de contenido (ROMERALO, 1969), así como a una categorización de las redondillas según su contenido (BERNARDES, 2011). Como corpus de análisis, se utilizaron las redondillas en lengua portuguesa con motes de autoría no camoniana, limitándose a citar en su totalidad solo algunos de estos poemas.

    • português

      O presente trabalho aborda as relações entre a poesia de Camões, mais especificamente as redondilhas desenvolvidas em mote e glosa, e a tradição popular e medieval ibérica. O objetivo, portanto, é apontar como ocorrem tais relações. Para realizar esse intento, recorre-se a duas classificações dos motes e glosas, uma estrutural (FRENK, 2006b) e uma conteudística (ROMERALO, 1969), e a uma categorização das redondilhas segundo o seu conteúdo (BERNARDES, 2011). Como corpus de análise, utilizou-se as redondilhas em língua portuguesa com motes de autoria não camoniana, limitando-se a citar na íntegra apenas alguns desses poemas.

      Referências:

      AZEVEDO FILHO, Legeodário A. de. Camões, o desconcerto do mundo e a estética da utopia. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1995.

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