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Uma análise da Pecking Order Theory nos diferentes níveis de governança corporativa da BM&FBOVESPA

    1. [1] Universidade Federal do Cariri

      Universidade Federal do Cariri

      Brasil

    2. [2] Universidade Federal da Paraíba

      Universidade Federal da Paraíba

      Brasil

    3. [3] UNIT
  • Localización: Revista Científica Hermes, ISSN-e 2175-0556, Nº. 20, 2018 (Ejemplar dedicado a: JANEIRO A ABRIL), págs. 153-176
  • Idioma: portugués
  • Texto completo no disponible (Saber más ...)
  • Resumen
    • Este trabalho tem como objetivo, verificar, empiricamente, se as empresas com maior governança corporativa, com base nos níveis de governança corporativa da BM&FBOVESPA, seguem a Pecking Order Theory. A amostra da pesquisa foi composta por todas as companhias abertas que estão listadas nos níveis de governança corporativa da BM&FBOVESPA (Nível 1, Nível 2 e Novo Mercado) no período entre 2008 a 2013. Assim, para atender o objetivo de pesquisa foram utilizadas a modelagens de Frank e Goyal (2003). Os parâmetros foram estimados pela técnica de MQO com dados em painel pooled não balanceado. Assim, os resultados indicam que as empresas do estudo não seguem a Pecking Order Theory. Contudo, verificou-se que as empresas do Novo Mercado tem maior tendência de seguir a Pecking Order Theory, se comparado com as organizações dos Níveis 1 e 2, contrariando o resultado esperado, uma vez que as empresas do Novo Mercado por apresentarem melhores práticas do governança corporativa, não deveriam seguir a hierarquia de financiamento da Pecking Order Theory. Assim, concluí-se que a hipótese de que as empresas com maior nível de governança corporativa não utilizam uma hierarquia de financiamento foi parcialmente rejeitada.


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