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El positivismo y el racionalismo no han muerto

  • Autores: Pedro Rodríguez Rojas
  • Localización: Educere: Revista Venezolana de Educación, ISSN-e 1316-4910, Nº. 48, 2010 , págs. 63-71
  • Idioma: español
  • Títulos paralelos:
    • O positivismo e o racionalismo não têm morto
    • Positivism and rationalism are alive
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      Este artículo no pretende ser una apología del positivismo y el racionalismo. Compartimos las críticas que desde siempre y ahora en el contexto del debate postmoderno se le hacen, pero nuestro propósito es advertir que, por un lado, este discurso supuestamente crítico muchas veces no entra a fondo y no logra superar ni epistemológicamente ni en el terreno político a estas corrientes, que aún, pese a la criticas, siguen contando con arsenal teórico difícil de confrontar por muchos de los llamados paradigmas emergentes, algunos de los cuales por insipiencia o incapacidad están llenos de notables debilidades.

      Además, existe una realidad concreta, cuantificable que no puede ser abordada desde lo cualitativo.

    • English

      This paper is not a justification of positivism and rationalism.

      We share postmodern criticisms, but we alert that the so called critical discourse lately made is not critical enough; indeed, it has been unable to overcome these two movements epistemologically and politically. In spite of criticisms from emerging paradigms -some of them are not strong-, positivism and rationalism remain alive. Apart from this situation, there is a quantitative reality that can not be studied from a qualitative point of view.

    • português

      Este artículo não pretende ser uma apologia do positivismo e do racionalismo.

      Compartilhamos as críticas que desde sempre e agora, no âmbito do debate pós-moderno, se lhe fazem, mas nosso objetivoé advertir que, por um lado, este discurso supostamente crítico, muitas vezes não entra no fundo e não consegue superar nem epistemologicamente nemno terreno político estas correntes, que ainda, em que pese às críticas, continua contando com arsenal teórico difícil de confrontar por muitos dos chamados paradigmas emergentes, alguns dos quais por insipiência ou incapacidade estãocheios de notáveisfraquezas. Além disso, existe uma realidade concreta, quantificavel que não pode ser abordada desde o qualitativo


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