O artigo contextualiza a criação do Ensino Politécnico em Portugal, tomando como balizas a evolução político social entre a queda da ditadura e a Revolução de Abril e, nesta conjuntura, a evolução entre a Reforma Veiga Simão (1973) e a Lei de Bases do Sistema Educativo (1986). Tenta-se demonstrar que a criação do Ensino Superior Politécnico e das Escolas Superiores de Educação (ESES), no dealbar dos anos 80, romperam com a velha fradição, herdada da ditadura, de promover a formação de professores de uma forma elitista, em insfifuições quase e exclusivamente universitárias, geograficamente situadas no litoral, bem perto da sede do poder político
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